Ano Novo
O tradicional Réveillon comemorado na maioria dos países na passagem do dia 31 de dezembro para o dia 1º de janeiro já tem algum tempo, na história da humanidade.
A primeira comemoração ocorreu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a.C. e era conhecida como "Festival de Ano Novo".
Na Babilônia, a festa começava na primavera por ocasião do equinócio, ou seja: no ponto ou momento em que o Sol, corta o equador, fazendo com que os dias sejam iguais às noites.
Os assírios, persas, fenícios e egípcios comemoravam o Ano Novo no mês de setembro (dia 23). Já os gregos, celebravam o início de um novo ciclo entre os dias 21 ou 22 do mês de dezembro.
Os romanos foram os primeiros a estabelecerem um dia para a comemoração desta grande festa (753 a.C.).
O ano começava em 1º de março, mas foi trocado em 153 a. C. para 1º de janeiro e mantido no calendário juliano, adotado em 46 a.C. Em 1582 a Igreja Católica consolidou a comemoração, quando adotou o calendário gregoriano.
Já naquele tempo haviam simpatias para o Ano Novo, como carregar um bebe numa cesta, eles faziam isto para homenagear o renascimento de Dionísius, o Deus do vinho.
Nos dias de hoje são criadas mais simpatias, que todos gostam de fazer para ver se entram o ano melhor, por exemplo:
“Chupar 7 sementes de romã na noite de reveillon, em seguida embrulha-las numa nota de dinheiro, dobrar bem e guardar na carteira junto com o dinheiro, no dia 6 de janeiro do ano seguinte dar a uma pessoa que esteja precisando”.
O duro foi na festinha lá de casa, umas malucas acharem que os bagos de Papai Noel eram os caroços das romãs... Abaixo vão as fotos dos meninos, convenhamos que...

Papai Noel...
Beijos
Fui (... catar romãs na roça...)
Maria da Conceição Tavares – Marquesa de Trancoso e Rainha do Ano Novo


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