O começo
Já haviam batido as cinco da tarde, ele estava se preparando para atravessar a Praça da Cruz Vermelha e procurava um bar para tomar uns tragos...
Enfrentar o Gaylígula de cara limpa era impossível. Deu a volta à Praça, procurou num pé sujo por um Campari... O paraíba que o atendeu nem sabia o que era essa bebida. Passou pelo prédio da Cruz Vermelha, embicou em outro pé sujo na Henrique Valadares e lá entornou dois camparis goela abaixo.
Deu-lhe um arrepio na espinha, sacudiu a poeira, montou no salto 18, ajeitou a peruca loira e lá foi para o Gaylígula como quem atravessa o Boulevard Saint Germain em Paris, às 5 da tarde, poderosa que só ela.
Na ducha do Gaylígula caiu de boca na caralha de um gato de 25 anos, ali mesmo debaixo do chuveiro engoliu a primeira espada. Subiu a escada em direção ao galinheiro e no topo da primeira cai de boca em outra rola de um gato peludo de uns 30 anos. Chupa o cara até quase ele gozar, com uma volúpia e um tesão que só ela sabe...
Sobe outro lance de escadas e lá em cima, no galinheiro pega uma asa delta e vai às alturas, uma caralha na mão esquerda, outra na mão direita uma terceira de 25 cm enterrada na garganta e uma quarta mão lhe acaricia a bunda...
Só aterrissa quando goza e enche os 3 caras de porra...
A Putinha do Gaylígula ( ela tem outros nomes lá, "A boqueteira de metro", " A chupa caralhas", "A Bate Chapeletas", "A engole espadas", "A Garganta Profunda")


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